Carreira 28 - Coisas que se vêem






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Nuno Gonçalves
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Como tantas e tantas vezes invejo as mulheres. Possuem o maior privilégio de um ser humano - gerar uma nova vida bem dentro do seu corpo.
Tocou o telefone. Admirei-me porque tinha acabado de me ligar. Minha mulher gritou do outro lado da linha "Nino! Um dos bébés mexeu-se!". Imaginei-lhe o rosto estampado com o decalque da felicidade suprema. E então? que sentiste? Não sei dizer, é estranho. Respondo eu por ela. Sentiu-se viva, tão viva que a sua vida está a ser capaz de gerar outra, diferente de si, mas com uma boa parte do que é.
Que inveja, meu Deus.
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Infelizmente só para subscritores, não posso deixar o texto aqui - se forem membros passem no grupo Povo, mas recebi esta notícia que não posso deixar de partilhar convosco.
Num tempo onde se passa a ideia que a carreira profissional é incompatível com o papel de Mãe e Mulher, esta senhora deixa-nos um belíssimo exemplo.
A registar!
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Por entre o torneio Masters de Londres em Snooker que O'Sullivan perdeu, lá fui espreitando comentários e declarações políticas sobre as Eleições Presidenciais. Deixo apenas este comentário sobre esta matéria por me parecer demasiado grave para deixar passar.
Foi demasiado óbvio o objectivo da declaração de Sócrates há mesma hora de Manuel Alegre. No mínimo vergonhoso. É revelador de muitíssimo mau perder. Mas o pior é mesmo a capacidade e a leviandade com que se usa um poder - no caso o de Primeiro Ministro - para calar alguém que, no pleno exercício da sua cidadania, foi o único capaz de apresentar uma alternativa minimamente aceitável à esquerda de Cavaco Silva.
Na verdade, o que Sócrates revelou foi um tremendo desrespeito para com a instituição Presidência da República, pois achou-se muito mais importante que o cargo a que o seu (ainda) camarada se candidatou.
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Ontem, como já começa a ser hábito, fui solicitado pelo meu Prior, Pe. Jorge Dias, a realizar a Última Encomendação e Acompanhamento de um corpo até ao Cemitério de Queluz. Não foi a primeira vez que o fiz, nem será, infelizmente, a última. A morte é algo com que temos de aprender a lidar e, acredito, quanto mais a idade se vai apoderando de nós, mais a nossa capacidade de a aceitar aumenta.
Mas ontem foi muito mais intenso espiritualmente. Toda a família é Católica (isto quer dizer "praticante", porque os "não-praticantes" não são, na verdade, Católicos). Como católicos que são vivem na esperança de que Cristo é realmente a Salvação. E foi impressionante olhar para o rosto de todos eles e contemplar essa esperança, essa confiança em Deus, de que Ele está sempre presente, está sempre connosco. Se chegou a hora daquele familiar, daquela pessoa tão querida, é porque Deus determinou que o seu projecto na terra terminou, levando-o para junto de Si.
Quase não vi lágrimas, o rosto do filho, triste, concerteza, era o de alguém que acreditava que seu Pai, no momento em que se atirou o primeiro punhado de terra para a sepultura, estava junto de Deus, um Deus que vive na terra em cada um de nós e que, depois da morte, se dá a conhecer, se mostra em toda a sua força e poder.
Reflecti depois como, por causa disso, a escolha do Evangelho para a ùltima Encomendação tinha sido apropriada. Cheguei uns 15 minutos antes. Vesti a Alva, apertei o Cíngulo e peguei no Ritual. Debruçado sobre o Arcaz em frente ao Crucifixo procurei qual a leitura que escolheria. Acho que foi inspiração divina. Escolhi a ressuscitação do jovem a caminho na Sepultura em Naim. Aquele episódio da história de Cristo é um milagre, ao Seu toque o jovem senta-se no caixão. Mas hoje, esse milagre pressiste, porque, na verdade, Cristo continua a tocar nos seus filhos e vence a morte.
E era isso mesmo o que estava patente no rosto daqueles familiares e amigos, a certeza absoluta que o seu irmão estaria naquele momento a caminho do seu encontro com Deus.
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É esta a minha nova paixão!!! Licença de condução obtida no passado mês de Julho, moto comprada dias depois. Poderia passar aqui horas e horas a descrever porque razão as motos são um encanto, quase uma droga que jamais se quer deixar. Mas tudo o que dissesse seria pouco para conseguir descrever tanto.
Por isso, o melhor, é irem lendo os meus textos sobre as minhas aventuras e desventuras em cima da minha montada.
Ah! Tem nome. Baptizada pela minha mulher de Joaninha! Eu costumo chamá-la Bandida!
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